Dra Rubia Pinheiro
Médica da autoestima e do bem-estar
15/07/2026
Se você está usando Mounjaro, cuidado com os “conselhos” que recebe por aí.
Muitos parecem inofensivos, mas podem atrapalhar seus resultados, aumentar os efeitos colaterais e até comprometer a sua saúde.
O tratamento vai muito além da aplicação semanal. Alimentação, ingestão de proteínas, hidratação, treino e acompanhamento médico fazem toda a diferença.
Deslize o carrossel e descubra quais são os piores conselhos que você pode seguir durante o tratamento.
💛 Salve este post e envie para alguém que está usando Mounjaro.
Se você passou dos 40 e ainda acha que suplemento é só para quem treina pesado, está olhando para o lugar errado.
A partir dessa fase, o corpo perde massa muscular mais rápido, a saúde óssea exige mais atenção e a inflamação passa a impactar ainda mais o metabolismo.
Por isso, existem 3 suplementos que frequentemente fazem parte da minha prática clínica:
✔️ Vitamina D – essencial para saúde óssea, função muscular e imunidade.
✔️ Ômega-3 – auxilia no controle da inflamação, na saúde cardiovascular e cerebral.
✔️ Creatina – um dos suplementos com maior nível de evidência científica para preservação da massa muscular, força e desempenho, além de benefícios para a função cognitiva.
O maior erro é gastar dinheiro com suplementos da moda enquanto deixa de lado o básico que realmente tem evidência.
E antes que alguém pergunte: não, isso não significa que toda mulher de 40+ deva tomar os três. Suplementação precisa de indicação, dose adequada e acompanhamento médico.
A medicina baseada em evidências nunca sai de moda. 💛
12/07/2026
💛✨
Arrume-se comigo para celebrar o amor 💛
A Virgínia errou. E esse erro pode colocar pessoas em risco.
Primeiro: não é “soroterapia”. O termo mais adequado é suplementação injetável.
Segundo: isso não é vitamina para todo mundo.
Existem indicações, contraindicações e riscos. Quando mal indicada, pode causar efeitos adversos graves.
Na medicina, o que viraliza nem sempre é o que é seguro.
Antes de copiar um influenciador, procure orientação médica.
A ciência acaba de reforçar algo que já observávamos diariamente no consultório.
Um estudo publicado em 2026 mostrou que a semaglutida pode reduzir de forma significativa o consumo de álcool em pessoas com uso excessivo.
Isso acontece porque o medicamento atua em áreas do cérebro relacionadas à recompensa e ao controle dos impulsos, reduzindo não apenas a fome, mas também o desejo por outras substâncias, como o álcool.
Na prática clínica, muitos pacientes relatam espontaneamente essa mudança durante o tratamento.
É um avanço importante, que amplia nossa compreensão sobre o potencial dos agonistas do GLP-1 e abre novas perspectivas para o cuidado de pacientes com obesidade e outras condições associadas ao comportamento de recompensa.
A medicina evolui quando a ciência confirma aquilo que a prática já vinha mostrando. 💛
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