Joana Nunes Antunes Rebelo
O corpo guarda o que a vida cala. Através da presença e do toque consciente,
acompanho mulheres cansadas de viver desconectadas de si. Olá!
O meu nome é Joana Rebelo, tenho 34 anos e sou massoterapeuta. Acredito que o AMOR move montanhas e que quando se faz o que se gosta o coração fala por nós e é com AMOR e por AMOR que contribuo para o bem-estar geral de cada um que me procura. Sou grata ao universo por tudo o que me tem oferecido e acredito em pleno que:
“Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz." Madre Teresa de Calcutá
Sejam Bem-Vindos!!!
23/09/2026
Há testemunhos que nos deixam sem muitas palavras.
Este chegou-me ontem e fez-me parar.
Não apenas pelas palavras bonitas da Solange Prates | Arquiteta da Consciência sobre o meu trabalho, mas porque me lembrou daquilo que, tantas vezes, tenho a honra de assistir numa marquesa.
Uma mulher chega com o corpo cansado, tenso, com dores.
Mas nem sempre é só o corpo que está a pedir cuidado.
Às vezes há emoções guardadas.
Coisas que ainda não foram ditas.
Cansaço que já se tornou normal.
E uma necessidade enorme de, por alguns minutos, não ter de cuidar de ninguém.
E então o corpo abranda.
A respiração muda.
As defesas baixam.
E aquilo que estava guardado pode finalmente encontrar espaço para sair.
Às vezes através de um suspiro.
Outras vezes através de lágrimas.
E eu não vejo isso como algo a evitar.
Vejo como um momento de entrega.
Sinto uma enorme gratidão por poder estar presente nesses momentos.
Não por “fazer” alguém chorar.
Não por prometer curas.
Mas por criar, através das minhas mãos e da minha presença, um espaço onde uma pessoa possa sentir-se segura para simplesmente estar.
É por isso que, para mim, a massagem nunca foi apenas uma técnica.
É corpo.
É presença.
É escuta.
É cuidado.
E talvez uma das maiores recompensas do meu trabalho seja precisamente esta:
ter a honra de assistir ao momento em que alguém volta a sentir-se um pouco mais perto de si.
Obrigada a quem confia em mim para esses momentos.
E obrigada por me lembrarem, através das vossas histórias, porque faço o que faço.
Uma viagem ao sentir.
17/09/2026
𝘼 𝙝𝙞𝙨𝙩𝙤́𝙧𝙞𝙖 𝙙𝙖 𝙈𝙖𝙛𝙖𝙡𝙙𝙖
A Mafalda dizia que não sabia cuidar de si.
Sabia que precisava de descansar, de cuidar do corpo, de ter tempo para ela.
Mas sentia culpa.
Ao olhar para a sua história familiar, percebeu que a avó tinha vivido uma vida de sacrifício. Trabalhou, cuidou de todos e raramente se permitiu alguma coisa para si.
E a Mafalda percebeu:
“Talvez eu tenha aprendido que, para ser uma boa mulher, tenho de abdicar de mim.”
Até o dinheiro entrava aqui.
Ganhar mais signif**ava poder escolher.
Escolher descansar.
Escolher cuidar do corpo.
Escolher ter tempo.
Escolher viver.
E talvez, inconscientemente, isso parecesse afastá-la da história da avó.
Mas cuidar de si não é deixar de honrar quem veio antes.
É poder honrar a história sem precisar de a repetir.
Porque cuidar de si também é permitir-se ganhar dinheiro para sustentar a vida que deseja viver.
E tu, permites-te isso?
16/09/2026
A história da Filipa podia ser a história de muitas mulheres.
A Filipa precisava de mostrar que estava bem.
Fazia mais.
Dava mais.
Cuidava de todos.
Tentava estar sempre à altura.
Tinha uma vida organizada, trabalhava, cuidava da casa, dos filhos, dos outros.
Sorria.
Publicava fotografias bonitas.
Dizia que estava tudo bem.
E, aos olhos dos outros, estava mesmo.
Mas por dentro…
Sentia-se pequena.
Precisava de reconhecimento.
De aprovação.
De sentir que era suficiente.
E quanto mais pequena se sentia por dentro, mais tentava mostrar por fora.
Até que um dia percebeu que talvez não precisasse de fazer mais.
Precisava de parar.
De se escutar.
De cuidar de si.
De olhar para dentro.
Porque por detrás daquela mulher que precisava constantemente de provar o seu valor, existia uma menina que um dia aprendeu que precisava de fazer por merecer aquilo que todas as crianças deveriam simplesmente receber:
ser vista, acolhida e amada.
Essa menina cresceu.
Mas continuava a procurar, através da mulher que se tornou, a aprovação que nunca tinha sentido ser suficiente.
A Filipa ainda não tinha descoberto a força que existia dentro dela.
E talvez nenhuma mulher a descubra enquanto continuar a tentar provar aos outros que é forte.
Às vezes, a verdadeira força começa quando deixamos de mostrar.
E começamos a cuidar.
É aí que, devagarinho, uma nova mulher começa a nascer.
𝙀 𝙩𝙪?
Quanto da tua vida ainda estás a viver para provar aos outros que está tudo bem?
Talvez hoje não precises de fazer mais.
Talvez precises apenas de parar e perguntar:
“𝙊 𝙦𝙪𝙚 𝙚́ 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙪 𝙧𝙚𝙖𝙡𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙤?”
Se esta história encontrou algum lugar dentro de ti, conta-me nos comentários.
14/09/2026
As aulas começaram.
E, de repente, parece que temos de voltar a dar conta de tudo.
Acordar cedo.
Preparar os filhos.
Trabalhar.
Fazer compras.
Tratar da casa.
Responder a mensagens.
Cuidar dos outros.
Cuidar de nós.
E ainda encontrar tempo para publicar a fotografia perfeita de uma vida perfeita.
Uma vida “instagramável”.
Mas… e a vida real?
Aquela em que a casa está desarrumada.
Em que há roupa por dobrar.
Em que o jantar é qualquer coisa rápida.
Em que não temos vontade de sorrir para uma fotografia.
Em que estamos cansadas.
Em que nem sequer sabemos muito bem do que precisamos.
Vejo cada vez mais mulheres cansadas de tentar corresponder.
A melhor mãe.
A melhor profissional.
A mulher que cuida de todos.
A mulher que se cuida.
A casa impecável.
O corpo perfeito.
A relação perfeita.
A fotografia perfeita.
E no meio de tanta perfeição, vamos f**ando cada vez mais longe de nós.
Talvez esteja na hora de perguntar:
E se o menos fosse mais?
Menos comparação.
Menos exigência.
Menos necessidade de mostrar.
Menos “tenho de”.
Mais presença.
Mais verdade.
Mais silêncio.
Mais vida vivida sem precisar de ser publicada.
Porque talvez a vida que merece ser vivida não seja a que f**a mais bonita no Instagram.
Seja simplesmente aquela em que conseguimos estar inteiras.
Nem tudo precisa de ser perfeito para ser bonito.
Nem tudo precisa de ser mostrado para ter valor.
Hoje, escolhe uma coisa para não fazer.
Não para ser mais produtiva.
Não para caber numa vida perfeita.
Mas simplesmente para respirar.
O que vais escolher deixar por fazer?
06/09/2026
Estas são as mãos que cuidam.
As que tocam.
As que acolhem.
As que aliviam dores.
As que trabalham.
As que tantas vezes dão sem sequer pensar em si.
Mas estas mãos também cansam.
Depois de uma semana intensa, também doem.
Também pedem pausa.
Também precisam de repousar.
E hoje, enquanto olho para elas aqui, junto ao mar, lembro-me de uma coisa tão simples que tantas vezes esquecemos:
até aquilo que mais dá precisa, por vezes, de simplesmente parar.
Não para produzir melhor.
Não para voltar mais forte.
Não para estar disponível outra vez.
Só para descansar.
Porque descansar não é abandonar aquilo que fazemos pelos outros.
É também uma forma de cuidar de nós.
Hoje, as minhas mãos não estão a cuidar de ninguém.
Estão apenas aqui.
A descansar.
E talvez seja isso que o meu corpo estava a pedir há algum tempo.
As mãos que cuidam dos outros também merecem um lugar onde possam simplesmente repousar.
05/09/2026
𝙀 𝙨𝙚 𝙤 𝙥𝙧𝙤𝙗𝙡𝙚𝙢𝙖 𝙣𝙖̃𝙤 𝙛𝙤𝙧 𝙣𝙖̃𝙤 𝙨𝙖𝙗𝙚𝙧𝙚𝙨 𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧?
E se estiveres simplesmente 𝙘𝙖𝙣𝙨𝙖𝙙𝙖 𝙙𝙚 𝙥𝙧𝙤𝙘𝙪𝙧𝙖𝙧?
Abres o Instagram e alguém tem a fórmula.
A receita para emagrecer.
A rotina para ter energia.
O método para ser uma mulher melhor.
A família perfeita.
A casa perfeita.
A relação perfeita.
A vida perfeita.
E tu guardas tudo.
Porque talvez seja aquela a resposta que te falta.
Mais uma coisa para fazer.
Mais uma coisa para comprar.
Mais uma coisa para alcançar.
Até que percebes que estás exausta de tentar ser a mulher que supostamente deverias ser.
𝙀𝙪 𝙟𝙖́ 𝙚𝙨𝙩𝙞𝙫𝙚 𝙖𝙞́.
Também procurei o perfeito.
Até perceber uma coisa que me mudou:
𝙊 𝙥𝙚𝙧𝙛𝙚𝙞𝙩𝙤 𝙣𝙖̃𝙤 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙖̀ 𝙢𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙛𝙧𝙚𝙣𝙩𝙚.
𝙀𝙨𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙖𝙩𝙧𝙖́𝙨 𝙙𝙚 𝙢𝙞𝙢.
Estava nas coisas simples que eu tinha aprendido a desvalorizar.
Na comida feita com tempo.
Numa receita da minha avó.
Numa mesa cheia de gente.
Num café bebido sem pressa.
Num abraço.
Num domingo sem nada para cumprir.
Em ouvir o corpo antes de ele ter de gritar.
As nossas avós não tinham fórmulas mágicas.
Tinham 𝙥𝙧𝙚𝙨𝙚𝙣𝙘̧𝙖.
Não precisavam de transformar cada momento numa oportunidade de produtividade, evolução ou performance.
Sabiam fazer o simples.
E talvez nós tenhamos complicado tanto a vida que já nem reconhecemos o que nos faz bem.
𝙉𝙖̃𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙖𝙨 𝙙𝙚 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙪𝙢𝙖 𝙛𝙤́𝙧𝙢𝙪𝙡𝙖.
𝙉𝙖̃𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙖𝙨 𝙙𝙚 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙪𝙢𝙖 𝙥𝙞́𝙡𝙪𝙡𝙖 𝙙𝙤𝙪𝙧𝙖𝙙𝙖.
𝙉𝙖̃𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙞𝙨𝙖𝙨 𝙙𝙚 𝙜𝙖𝙨𝙩𝙖𝙧 𝙪𝙢𝙖 𝙛𝙤𝙧𝙩𝙪𝙣𝙖 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙫𝙤𝙡𝙩𝙖𝙧𝙚𝙨 𝙖 𝙨𝙚𝙣𝙩𝙞𝙧-𝙩𝙚 𝙫𝙞𝙫𝙖.
Talvez precises de voltar para casa.
𝙋𝙖𝙧𝙖 𝙩𝙞.
Faz uma coisa por ti hoje:
Pára de procurar a fórmula perfeita.
Escolhe uma coisa simples que te fazia bem e que abandonaste pelo caminho.
Faz.
Sem fotografar.
Sem publicar.
Sem transformar isso em mais um projeto de desenvolvimento pessoal.
𝘼𝙥𝙚𝙣𝙖𝙨 𝙫𝙞𝙫𝙚.
E depois vem aqui contar-me qual foi.
𝙊 𝙗𝙖́𝙨𝙞𝙘𝙤 𝙣𝙖̃𝙤 𝙚́ 𝙥𝙤𝙪𝙘𝙤.
𝙊 𝙗𝙖́𝙨𝙞𝙘𝙤 𝙚́ 𝙤 𝙘𝙖𝙢𝙞𝙣𝙝𝙤.
04/09/2026
O que recebi hoje não foi apenas um presente.
Hoje, no encontro presencial do Clube das Mulheres Poderosas, vivemos uma Via Sacra para olhar profundamente para o nosso feminino.
Numa das estações, cada mulher escolheu outra para lhe oferecer um objeto pessoal que representasse o seu feminino.
A Susana Mil-homens escolheu-me.
Entregou-me este palo santo, acompanhado por elementos da natureza que representam, para ela, a sua ligação à Gaya, à Mãe Terra.
E eu senti.
Porque aquele presente veio lembrar-me de algo que tenho vindo a descobrir em mim:
eu também tenho uma sabedoria interna.
E já não quero escondê-la.
Este objeto já está no meu altar.
E f**ará como símbolo desta mulher que estou a aprender a ser: mais confiante, mais capaz, mais inteira e mais luminosa.
O Clube tem tido um papel enorme nesta transformação.
E quando uma mulher se transforma por dentro, isso inevitavelmente chega a tudo o que ela faz.
Chegou à minha vida.
Chegou à minha mulher.
Chegou ao meu negócio.
Patrícia Romão | Treinadora Comportamental * Comunicação obrigada por criares este espaço.
Susana, obrigada por me escolheres e por me ofereceres algo com um signif**ado tão profundo para mim.
Hoje recebi um presente.
Mas, acima de tudo, recebi um lembrete:
𝘼 𝙨𝙖𝙗𝙚𝙙𝙤𝙧𝙞𝙖 𝙦𝙪𝙚 𝙥𝙧𝙤𝙘𝙪𝙧𝙤 𝙩𝙖𝙢𝙗𝙚́𝙢 𝙫𝙞𝙫𝙚 𝙚𝙢 𝙢𝙞𝙢.
03/09/2026
Ontem ouvi esta frase de uma mulher e ela ficou comigo.
Ela sente-se bem.
Mas sente que está prestes a colapsar.
Não teve férias.
A cabeça não pára.
A exigência é constante.
E mesmo percebendo os sinais, continua a tentar dar conta de tudo.
Quantas mulheres vivem assim?
A funcionar.
A cumprir.
A cuidar.
A aguentar.
Até que o corpo já não aguenta por elas.
Não devíamos precisar de adoecer para nos autorizarmos a parar.
O teu corpo não precisa de chegar ao limite para merecer a tua atenção.
Por isso, hoje deixo-te apenas uma pergunta:
𝙊 𝙦𝙪𝙚 𝙚́ 𝙦𝙪𝙚 𝙤 𝙩𝙚𝙪 𝙘𝙤𝙧𝙥𝙤 𝙩𝙚 𝙚𝙨𝙩𝙖́ 𝙖 𝙥𝙚𝙙𝙞𝙧 𝙚 𝙩𝙪 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙞𝙣𝙪𝙖𝙨 𝙖 𝙖𝙙𝙞𝙖𝙧?
02/09/2026
“Joana, estou num processo de separação e o meu corpo sente tudo o que eu estou a viver.
E hoje escolhi estar aqui a cuidar de mim porque o meu corpo já me deu demasiados sinais…”
Fiquei com estas palavras comigo.
Porque, tantas vezes, esperamos que a vida fique mais tranquila para finalmente cuidarmos de nós.
Esperamos que os filhos estejam bem.
Que o trabalho acalme.
Que a relação se resolva.
Que a dor passe.
Que a cabeça deixe de pensar tanto.
E, entretanto, o corpo vai falando.
Primeiro baixinho.
Um cansaço que não passa.
Uma tensão nos ombros.
Um aperto no peito.
Uma noite mal dormida.
Uma dor que aparece sem pedir licença.
E quando não o escutamos, ele aumenta o volume.
Não porque o corpo esteja contra nós.
Mas porque está, tantas vezes, a tentar levar-nos de volta a nós.
Hoje, aquela mulher fez uma escolha.
Não escolheu esperar que tudo se resolvesse para cuidar de si.
Escolheu cuidar de si enquanto atravessa aquilo que está a viver.
E talvez seja esta uma das formas mais profundas de amor-próprio:
não esperar que a vida deixe de doer para começar a estar presente para nós.
O teu corpo tem-te dado sinais?
Talvez não esteja a pedir que faças mais.
Talvez esteja simplesmente a pedir que pares.
E o escutes.
29/08/2026
𝘼𝙜𝙤𝙨𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝟮𝟬𝟮𝟲 𝙢𝙚𝙧𝙚𝙘𝙚 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙪 𝙥𝙖𝙧𝙚 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙤𝙡𝙝𝙖𝙧 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙚𝙡𝙚.
Há 20 anos que setembro era o nosso mês de férias.
Este ano, pela primeira vez, não vamos.
Não foi uma escolha consciente. Foi uma mudança profissional do meu marido que nos obrigou a fazer diferente.
E agosto?
Eu sempre trabalhei em agosto. Mas era, habitualmente, um mês mais parado, porque grande parte do meu trabalho era empresarial.
Até que, em dezembro de 2025, a vida mudou-me as regras.
Tive de me reestruturar profissionalmente.
Na altura, talvez tenha parecido apenas uma mudança que eu precisava de resolver.
Hoje olho para trás e vejo outra coisa.
Agosto de 2026 foi o melhor mês profissional de todos os anos anteriores.
E isto fez-me pensar:
𝑞𝑢𝑎𝑛𝑡𝑎𝑠 𝑣𝑒𝑧𝑒𝑠 𝑎𝑞𝑢𝑖𝑙𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑐ℎ𝑒𝑔𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑛𝑜𝑠 𝑑𝑒𝑠𝑜𝑟𝑔𝑎𝑛𝑖𝑧𝑎𝑟 𝑣𝑒𝑚, 𝑎𝑓𝑖𝑛𝑎𝑙, 𝑜𝑏𝑟𝑖𝑔𝑎𝑟-𝑛𝑜𝑠 𝑎 𝑟𝑒𝑜𝑟𝑔𝑎𝑛𝑖𝑧𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝑢𝑚𝑎 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑎𝑙𝑖𝑛ℎ𝑎𝑑𝑎 𝑐𝑜𝑛𝑛𝑜𝑠𝑐𝑜?
Nem sempre escolhemos a mudança.
Mas podemos escolher o que fazemos com aquilo que ela nos traz.
E talvez seja essa a verdadeira transformação.
Não voltar ao que era.
Construir a partir do que passou a ser.
Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.
Categoria
Entre em contato com o negócio
Telefone
Website
Endereço
Lisbon
Horário de Funcionamento
| Segunda-feira | 09:00 - 19:00 |
| Terça-feira | 09:00 - 19:00 |
| Quarta-feira | 09:00 - 19:00 |
| Quinta-feira | 09:00 - 19:00 |
| Sexta-feira | 09:00 - 19:00 |
| Sábado | 09:00 - 13:00 |
